Receber uma negativa costuma ser frustrante. Principalmente quando existe patrimônio, renda, capacidade de pagamento e um objetivo legítimo por trás da operação.
Nesse momento, muitas pessoas chegam rapidamente à mesma conclusão:
“Se o banco recusou, então meu projeto não é viável.”
Mas será que essa conclusão é correta? Nem sempre.
Em muitos casos, a negativa representa apenas uma incompatibilidade entre a operação apresentada e os critérios daquela instituição.
Por isso, uma negativa merece atenção.
Mas não necessariamente deve ser interpretada como um diagnóstico definitivo.
Uma negativa nem sempre significa que a proposta é ruim
Existem excelentes propostas e clientes que recebem negativas. E isso acontece por uma razão simples. Cada instituição possui políticas, critérios e perfis de operação diferentes. Por isso, uma mesma operação pode receber respostas diferentes dependendo da forma como foi apresentada e da instituição para a qual foi direcionada. Uma negativa nem sempre significa que a proposta é ruim. Nem que o cliente seja inadequado.
O que normalmente está por trás de uma negativa?
Quando uma operação é recusada, muitas pessoas acreditam que o problema está apenas no crédito. Mas a realidade costuma ser mais ampla. Em alguns casos, falta embasamento para demonstrar o objetivo e os fundamentos da operação. Em outros, a documentação apresentada não demonstra a capacidade financeira do cliente. E, existem situações em que o enquadramento da operação não foi o mais adequado. O mais importante é compreender o motivo da negativa para definir a estratégia de atuação e não simplesmente aceitar a recusa como definitiva.
O erro de interpretar a negativa como ponto final
Imagine um empresário que pretende expandir sua empresa. Após apresentar a operação para uma instituição financeira, recebe uma negativa. A reação natural é acreditar que não existe alternativa. Mas talvez a pergunta mais importante seja outra: A operação foi apresentada da forma adequada? Muitas vezes, essa pergunta abre espaço para uma análise completamente diferente do cenário.
As perguntas que merecem ser feitas
Antes de concluir que não existe solução, vale refletir:
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Qual foi o motivo da negativa?
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O projeto continua fazendo sentido?
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Existem ajustes possíveis?
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A operação foi direcionada para a instituição adequada?
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Existem alternativas disponíveis?
Essas perguntas ajudam a separar percepção de realidade.
Uma boa estrutura faz diferença
Em muitos casos, o desafio não está no cliente. Nem na proposta. O desafio está na forma como a operação foi estruturada. Por isso, diagnóstico, documentação completa, fundamentação e enquadramento e direcionamento adequado da operação merecem atenção. Pequenos ajustes podem produzir resultados completamente diferentes.
Conclusão
Uma negativa merece análise. Mas não necessariamente deve encerrar uma estratégia. Antes de concluir que não existe solução, vale entender os motivos da recusa e avaliar o cenário de forma mais ampla. A pergunta mais importante nem sempre é: “Recebi uma negativa. E agora?” Muitas vezes a pergunta correta é:
“Qual foi o verdadeiro motivo da negativa?”
Na OMNIA, acreditamos que uma boa decisão começa antes da proposta.
Começa pelo diagnóstico.
Antes de concluir que uma proposta é inviável, vale a pena analisar o cenário de forma estruturada e entender quais caminhos realmente estão disponíveis. Omnia Group – Crédito com garantia.
Sandro Ricardo Borges
Sócio Fundador da OMNIA Group. Engenheiro e especialista em crédito estruturado, patrimônio e tomada de decisões financeiras para empresários, médicos e investidores.
Com experiência no Banco do Brasil, Vale e Votorantim. Atuou como executivo na gestão e priorização de investimentos de grande porte e hoje auxilia clientes na utilização estratégica de crédito e patrimônio para crescimento, liquidez e reorganização financeira. Seu empréstimo foi negado? O problema pode estar na …


